Sabe-se, a partir do discurso médico, que a doença autoimune é a patologia que faz o corpo se defender dele mesmo. O que a psicanálise pode construir como saber a partir deste saber médico? Que a doença autoimune é o sujeito se defendendo dele mesmo. Afinal, o sujeito é aquele que se defende do seu desejo.

Espantoso? Pode surpreender muitos de vocês que o movimento do sujeito não seja a favor do desejo, mas contra ele. Isso não surpreende mais o psicanalista, mas ele sustenta um espanto. Pois o dia que o psicanalista parar de se espantar com o que é da ordem do sujeito, ele ensurdece sua escuta.

E esta é uma das maneiras de marcar a radical diferença da escuta psicanalítica em relação a outros tipos de escutas clínicas. O analista não vai acreditar de antemão naquilo que é dito pela pessoa que o busca em análise como se fosse literal. Algo do tipo: “me queixo deste sintoma e quero me curar dele”. Tem sempre um além, um contexto, um discurso envolvido. Uma das queixas do ser humano – quando muito atento – é justamente a de se perceber sabotador do seu próprio desejo.  E é isso que ele não entende sobre o que se passa com ele. Porque não se trata de uma lógica racional. É uma lógica outra, a do inconsciente.

Mas o fato de ser inconsciente não desculpabiliza o sujeito, o inconsciente não é aquilo que te autoriza a falar: “me desculpe, foi inconsciente, eu não tive a intenção”. Pelo contrário, a psicanálise lida com o inconsciente numa perspectiva de responsabilidade. É preciso fazer com que o sujeito se depare com as consequências dos seus atos inconscientes. Uma análise segue numa direção de fazer com que o sujeito se responsabilize e deixe de lado a estratégia da vítima de ficar culpando o outro.

Desde janeiro último, venho fazendo transmissões pelo snapchat PONTOLACANIANO, e quem tem me acompanhado nos últimos meses, testemunha meus recentes diálogos com o nutrólogo Dr. Barakat, que também faz transmissões por lá (DOUTORBARAKAT). Há alguns dias trabalhamos – ele a partir do campo da medicina e eu a partir do campo da psicanálise – o tema da doença autoimune. Ele sublinhou uma série de orientações de melhoria dos hábitos alimentares e de vida para as pessoas que sofrem desta doença. Mas houve um ponto bastante enfático da fala dele que me interessa destacar aqui: ele convocou essas pessoas a se responsabilizem e pararem de se queixar que esta e tantas outras doenças são devido a genética. Com bastante frequência, ele explica que há, de fato, a genética que se herda de uma família, mas a expressão deste código genético necessita que alguém aperte o gatilho, e esse alguém é a própria pessoa que porta este código. Porque ele não é acometido de uma doença autoimune, como se tratasse de uma passividade, mas ele produz esta doença.

Numa análise, a direção do tratamento é fazer com que o sujeito se dê conta de que ele não é vítima da vida, das suas errâncias, das coisas que o faz adoecer, sofrer. Não é vítima do outro, mas o grande construtor do seu caminho. Mesmo a partir daquilo que o sujeito carrega sem depender dele – como o código genético – há uma possiblidade de transformar, inventar e, portanto, produzir outras saídas, outros avatares da expressão daquilo que ele carrega a despeito dele mesmo.

Outro detalhe importante a ser destacado da fala do Dr. Barakat é quando ele aponta como característica da doença autoimune o consumo de alimentos considerados inflamatórios, que causam inflamação no intestino. Sabem o que é mais interessante? Aquele que chega numa análise com uma doença autoimune muito rapidamente demonstra o quanto tem uma relação ‘inflamada’ com a vida. Ele inflama! Ele é passional! Ele confere gravidade a situações que não teriam tanto peso de antemão.

Há uma preciosa informação médica: o intestino é o órgão do corpo humano que mais produz serotonina, o neurotransmissor que produz o bem estar. Não é impressionante? Nos faz entender a sabedoria popular que chama o irritadiço de enfezado! Não é a toa que esta informação faz Dr. Barakat afirmar que a depressão começa no intestino. Dizendo que toda essa inflamação, toda esse mal estado da flora intestinal é a porta de entrada para depressão.

E quer saber? A psicanálise assina embaixo. Sabem por quê? Porque não se trata de uma escolha racional, uma escolha óbvia, mas uma escolha inconsciente, do sujeito, da sua dificuldade de sustentar a sua existência, com suas errâncias. A depressão, assim como as doenças autoimunes, são alguns dos sintomas possíveis do mal estar do sujeito. O quê a psicanálise escuta é este mal estar e devolve ao sujeito esse discurso que ele porta para que ele possa se implicar nisso. Por isso uma análise se difere bastante da questão da psiquiatria que fica cada vez mais forjando diagnósticos, nomenclaturas, catalogando cada sentimento e posição subjetiva. O psicanalista escuta o sujeito. Os sintomas existem aos montes. Mas todos eles dizem do mesmo: o sujeito. Singularmente.

O corpo não é apenas um bolo de carne, é portado por um sujeito, ele não é uma situação orgânica autônoma. Quando um sujeito que porta um corpo, corpo este que chega ao ponto de produzir uma doença para se defender de si mesmo é sinal de que a problemática é muito maior e muito mais antiga do que se imagina. Não é de hoje. Então é uma situação complexa, de acordo com a complexidade do ser humano. É extremamente danoso cair na armadilha de que um medicamento vai dar conta por si só de algo que na origem tem causa psíquica. Isto é fundamental ser entendido, porque se pessoas com doenças autoimunes não procurarem, junto com todos os outros tipos de tratamento, um lugar pra trabalhar as suas questões como um tratamento analítico, vão sofrer de forma extremamente dolorosa as consequências destas doenças. Com crises cada vez piores.

É preciso se perguntar: Você está dando a fundamental importância para o seu funcionamento psíquico? Para o seu modo de operar? Para a posição que você está tomando na sua vida? Está se questionando? Tem um profissional competente realmente apto a te ajudar a trabalhar essas questões?

O trabalho de análise é uma chance – e não é uma chance qualquer – de um sujeito se implicar consigo mesmo. Justamente com aquilo do qual se defende: de si mesmo. Não se trata de lançar mão de tratamentos breves. Não será nem de longe eficaz. É um trabalho da existência. Aliás, todo ser humano tem que se dar o trabalho de existir. Quem tem um doença autoimune, quem chega a este extremo precisa trabalhar ainda mais porque tem alguma coisa muito mais capenga na sustentação dessa existência. É preciso investir nisso. Senão não haverá tratamento, medicamentoso, alimentar, de atividade física que se sustente.

Aliás, a atividade física tem uma importância fundamental na vida de todos nós. O nosso corpo é uma máquina orgânica que sofre a influência subjetiva. Ele precisa se movimentar, ter descarga. A descarga da atividade física é imprescindível porque se não houver uma descarga desse tom, o corpo vai se virar para fazer a descarga que for possível. E qual é a descarga que vai ser possível se não houver atividade física? A doença. Então, dá trabalho, é um sacrifício se movimentar, assim como dá trabalho buscar uma análise, trabalhar em cima das questões. Mas é preciso insistir. É caro? Precisa de investimento? Muitas vezes sim! E aqui cabe uma frase de Freud que, a meu ver, é uma das mais preciosas da obra dele: “Nada é tão caro quanto à doença e a estupidez”.

Eu gostaria de destacar ainda um outro detalhe da fala do Dr Barakat: àquelas pessoas que não acreditam que se escolhe ter depressão, que se escolhe ser feliz, que se escolhe o que se vive, ele nomeia de pessoas céticas. Poderíamos ainda ser mais duros e nomeá-las de cínicas. A conclusão é que quando uma pessoa chega ao ponto de desenvolver uma doença autoimune, ela chegou ao extremo da problemática psíquica. Não dá pra viver de uma forma cínica em relação a isso. É preciso se propor a trabalhar em cima disso.

E qual o olhar sobre a criança nessa questão da doença autoimune? Tenham em mente o seguinte: o problema de uma criança é sempre uma resposta ao problema dos pais. Quando uma criança adoece desse jeito, quando apresenta um problema, seja ele qual for, ela está denunciando o quão problemática é a dinâmica dessa família.

 

Flávia Albuquerque – psicanalista lacaniana

(21) 99792-8326

flavia@pontolacaniano.com.br

snapchat e instagram: pontolacaniano

Tive a grata surpresa de encontrar este texto publicado no site Cenário MT! É mais um conteúdo por ocasião do aniversário de Freud em 06 de maio passado. Neste texto, conseguimos reconhecer a particularidade do campo psicanalítico. Deleitem-se! (infelizmente não encontrei o nome do autor, mas o link está acima)

“Segundo a sabedoria popular, Freud explica aquilo que, à primeira vista, parece polêmico, ou sem explicação, ou sem um entendimento direto.

A Freud cabe dar sentido àquilo que a gente nem sabe o que é, mas sente quando acontece, e não tem ideia de como descrever e como agir perante esse tanto de não saberes.

Mas afinal de contas, o que o neurologista austríaco e pai da psicanálise, que hoje faria 160 anos, explica, de fato?

Explica a raiva, a tristeza e a dor? Explica aquela angústia que fica dando nó de marinheiro no estômago? Explica a inveja que sentimos, e o ressentimento que deixamos crescer em nós? Explica nossa dificuldade com o amor? Explica nossa intimidade com a raiva? Explica o tumulto de nossas relações? Explica o fracasso das dicas de auto-ajuda?

Explica estarmos preocupados? Explica quando não damos a mínima? Explica nossa vontade de ser eternos? Explica nosso indesejável desejo de morrer? Explica aquilo que dizemos mas que não queríamos dizer?

Não, Freud não explica. Não da maneira que esperamos. Seria muita pretensão, e a psicanálise que ele concebeu possui, já em sua constituição, um atestado de que não se pode tudo, não se é tudo, não se tem tudo.

Mas ele fez perguntas, ouviu histórias, prestou atenção em detalhes e desenvolveu uma escuta singular que permite que os pacientes ouçam aquilo que eles mesmos dizem, e com isso vai costurando sentido a partir das palavras e da maneira como as pessoas se colocam no mundo. Ele nos leva a descobrir respostas.

Freud morreu em 1938, depois de 16 anos lutando contra um doloroso câncer no maxilar. Os 160 anos do nascimento dele são uma boa oportunidade para pensarmos como ele subverteu e revolucionou a maneira como pensamos o ser humano no mundo.

Ele fez isso ao longo de uma extensa obra, inspirada por seus pacientes, e também por artistas e pensadores como Sófocles, William Shakespeare, Miguel de Cervantes, Henrik Ibsen, Fiodor Dostoieski, Thomas Mann, Emile Zola, Mark Twain, Goethe, Michelangelo, Leonardo da Vinci e Rembrandt.

A culpa não é do outro (ou do universo)

Não é raro reclamarmos de algo que o outro tenha feito conosco, ou de como o mundo conspira contra nós. Aquela pomba que soltou aquele zepellin melequento na sua cabeça no dia da entrevista do emprego estava ali encaminhada pelo universo, com um destinatário muito específico: você. Não, né?

O outro e o mundo são responsáveis por nossas tristezas e infelicidades. Eles nos mandam tristeza, morte e infortúnio, e não há nada que possamos fazer a não ser nos conformar, reclamar. Ou tomar uns remedinhos e ignorar tudo. Afinal, não temos nada a ver com o que o ocorre em nossa própria vida.

Com a psicanálise, Freud propôs um verdadeiro empoderamento ao ser humano. Isso porque a análise nos permite descobrir o quanto nos deixamos afetar por aquilo que não temos controle, e então começamos a perceber que temos sim, possibilidade de nos posicionar perante o que nos envolve. Em muitos casos, podemos fazer escolhas, podemos mudar a maneira como escolhemos, e assim, vamos nos “apropriando” de nossas próprias decisões.

Mas esse empoderamento exige que façamos algumas perguntas bastante “desconfortáveis”, cuja resposta pode não ser a que esperamos. Não, não é fácil. Um exemplo contemporâneo: Ficamos mais tempo no trabalho porque alguém nos obrigou ou porque partimos do pressuposto de que não vão nos achar menos competentes ou “relaxados” se não fizermos a hora extra? Nossos relacionamentos são coincidentemente um lixo, ou escolhemos pessoas que nos levam a esse tipo de relação?

“Ao contar sua história, o sujeito pode reconhecer, em algum momento, a sua parte naquilo e não para se sentir culpado, mas sim para se responsabilizar por certos tropeços e situações. Somente assim, passando de passivo para ativo, é possível uma mudança de posicionamento em relação à sua história. Uma ressignificação”, explica a psicóloga e psicanalista Amanda Sensini Costa.

Somos diferentes

A ideia de igualdade deve ser perseguida sempre no campo dos direitos e da inclusão. Vivemos em socidade, e a desigualdade como cidadãos vem mostrando seus efeitos pérfidos há milênios.

Porém, quando se fala de seres humanos, pensando em características, desejos, opiniões, maneiras de se posicionar e de se reagir à vida, somos diferentes. Cada um é cada um: singular, com sua subjetividade, sua constituição particular como sujeito.

É por isso que irmãos criados da mesma maneira pelos pais jamais serão iguais. Cada serzinho ali é único e tem uma relação peculiar com os pais e com o mundo.

Por sermos diferentes e únicos, individualmente falando, não faz sentido criarmos uma “cartilha” de sintomas e categorizarmos os problemas de cada pessoa conforme essa cartilha. Todas que apresentarem os mesmos sintomas receberão o tratamento X. Para Freud, cada caso é um caso. Se dois pacientes apresentam o sintoma de não conseguirem mais andar, o “não andar” tem sentido diferente para cada um. E esse sentido só vai se revelando na medida em que o paciente fala.

Somos falhos e imperfeitos (e babacas e monstruosos)

Se temos acesso à educação, à informação e a maneiras de viver melhor, por que cargas d’água o dia não termina conforme planejamos e ainda falamos coisas inapropriadas? Porque não somos tudo isso que pensamos ser quando fomos o bebê mais amado do universo.

Somos bem o oposto disso: temos falhas e somos limitados. E pior: não somos donos nem do nosso nariz, porque segundo Freud, o manda-chuva é o nosso inconsciente, abordado no livro A Interpretação dos Sonhos (1905) e no texto O Inconsciente (1905).

“Ele [Freud] é o único a ter teorizado, assim como seus herdeiros, o que chamamos de inconsciente. Não falo do subconsciente nem do inconsciente dos psicólogos. Eu me refiro ao inconsciente, que pode ser traduzido pela noção de que, quando alguém fala, não sabe o que diz”, afirma ao Estado de S. Paulo a psicanalista francesa Elizabeth Roudinesco.

É o inconsciente quem manda em tudo, decide a hora de abrir e fechar a lojinha, quem entra e quem sai. É pra debaixo desse “tapete” que mandamos nossos desejos, características pessoais e lembranças que não suportamos conhecer ou ter acesso. O problema é que há uma pressão constante para que esses conteúdos “vazem” na nossa vida rotineira, e eles sempre encontram uma maneira de vazar. Esse vazamento costuma ser doloroso, sofrido, incômodo e assustador.

A tarefa da análise é trazer esses conteúdos à tona de uma maneira que não precisem “vazar”. E quando esses conteúdos chegam ao consciente, existe a possibilidade de se dar um novo destino a uma situação que antes era de muito sofrimento, ou que incapacitava a pessoa de existir no mundo.

Sexualidade não deveria ser tabu

A obra de Freud costuma ser resumida às noções de que “tudo é culpa da mãe” e “tudo é relacionado com sexo”. O que ele propôs, e descobriu em suas observações na clínica, é que a sexualidade – que vai muito além do ato sexual – e situações relacionadas a ela já nos primeiros anos de vida era o gatilho para alguns modos de viver do sujeito do mundo. Estas descobertas foram apresentadas no texto Três Ensaios para uma Teoria da Sexualidade, de 1905.

A Psicanálise foi construída à base de erros, muitos erros

Como disse certa vez uma professora, Freud passou sua vida pesquisando e criando teorias que pudessem explicar e se aplicar ao que ele via em seus pacientes. Tudo começava no divã, na observação de como os seres humanos se comportavam. As mulheres histéricas que ele tentou hipnotizar, antes mesmo de ele criar a psicanálise, apresentavam sintomas que se dissolviam na medida em que elas falavam e davam sentido ao que acontecia em suas vidas.

Quando temos acesso a uma teoria, é normal pensarmos que ela foi sujeita à prática e, se ainda é aplicada popularmente nos dias atuais, é porque ainda está correta. Mas a psicanálise está sempre se refazendo, agregando conhecimentos e corrigindo rotas.

Freud se arriscou ao erro diversas vezes, e tinha o costume de informar ao leitor quando sua teoria estivesse errada e sendo corrigida. Ele abandonou, por exemplo, a teoria da sedução, segundo a qual as crianças teriam necessariamente passado por um abuso sexual na infância que teria dado origem a eventos traumáticos.

Os trabalhos dele acerca da homossexualidade e da mulher se mostraram insuficientes e desatualizados, e permanecem em constante revisão, seja para uma atualização, ou como ponto de partida para novas descobertas.

Conviver implica renunciar

Pegar um ônibus lotado às 19h de uma sexta-feira de engarrafamento recorde não é nem um pouco legal. Menos legal ainda é se cada um dos passageiros, por estar cansado, começar a andar no veículo trombando, pisando, esbarrando e sendo inconveniente com quem estiver ao lado. Ser grosseiro(a) e justificar com um “tô cansado(a), que os outros se lasquem”.

Conviver implica coexistir em um mesmo espaço, e não há possibilidade de vivermos em sociedade fazendo apenas o que quisermos e for vantajoso pra nós. A convivência implica renúncia justamente porque exige que se considere o outro. E nada disso é natural, ou fácil, pois para nosso inconsciente, não há regras ou limites. Segundo Freud, quem coloca limites e impede o crime é a lei, a civilização.

Em vez de explicar, talvez Freud tenha apenas tenha aberto uma poderosa (e não visível) porta para que façamos perguntas. Sobre nós, sobre o mundo, sobre o que nos escapa. Sobre nossa responsabilidade em nossa própria vida. Sobre comando e sobre a falsa impressão de que temos poder e controle sobre nós o tempo todo. Sobre termos defeitos, errarmos e, mesmo assim, seguir em frente.”

Semana Freud no snapchat!

Publicado: quinta-feira, 28 abril, 2016 em psicanálise

Entre os dias 02 e 06 de maio estou promovendo a Semana Freud no snapchat pontolacaniano.  Uma boa oportunidade pra quem tem interesse e curiosidade em saber mais sobre o pai da Psicanálise. E teremos o privilégio de transmissões direto do dos Museus de Freud em Londres e em Viena. Imperdível!

codesnappontolacaniano

freud

Outras sugestões de livros da Semana Lacan

Publicado: domingo, 17 abril, 2016 em psicanálise

Segue a lista dos livros que sugeri na Semana Lacan no snaphat Pontolacaniano por ocasião do 115º aniversário de Jacques Lacan:

TrabalhandoLacan_FINAL_C

   quartier

 o_dia_em_que_lacan_me_adotou

umatemporadacomlacan

alolacan

comolerlacan

Semana Lacan

Publicado: terça-feira, 12 abril, 2016 em psicanálise

Por ocasião do 115º aniversário de Jacques Lacan em 13 de abril, estou promovendo no Snapchat a ‘Semana Lacan‘.

codesnappontolacaniano

Ontem sugeri um livro de leitura breve. São 96 páginas de diálogos entre a historiadora Élisabeth Roudinesco e o filósofo e escritor Alain Badiou sobre a relação deles com Jacques Lacan. Na segunda parte, os autores dialogam sobre os aspectos do universo lacaniano com a participação de Christine Goémé.

112040795_1GG

Lembrando que o snapchat é uma rede social em que o conteúdo fica disponível por apenas 24 horas. Sigam PONTOLACANIANO e confiram a Semana Lacan. Além de sugestões de livros, vocês vão acompanhar citações do psicanalista, suas influências, o que dizem sobre Lacan e suas contribuições para a psicanálise.

Com a palavra… Françoise Dolto

Publicado: segunda-feira, 25 janeiro, 2016 em psicanálise

Hoje, no snapchat PONTOLACANIANO mencionei 2 livros. Um deles foi A criança do espelho. Este livro é um registro do diálogo entre Nasio e Dolto em 1985 a respeito do livro recém lançado no ano anterior (1984) pela psicanalista francesa.

acriancadoespelhodoltonasio

O livro em questão era A imagem inconsciente do corpo. mais um livro dentre tantos de Dolto com generosas e preciosas contribuições à psicanálise.

aimageminconscientedocorpo

Ler Freud – guia de leitura da obra de S. Freud

Publicado: terça-feira, 19 janeiro, 2016 em psicanálise

lerfreud

Ler Freud – Guia de leitura da obra de S. Freud de Jean-Michel Quinodoz. Uma boa pedida para quem quer se situar um pouco melhor na obra do Pai da Psicanálise. Nele, é possível ter acesso a fragmentos da biografia de Freud e da história da elaboração de sua obra, cronologia e evolução dos conceitos freudianos, e principais contribuições pós-freudianas. Da editora Artmed.

No momento que faço este post, no site submarino o livro custa R$ 87,21

Esta foi a dica de hoje no snapchat PONTOLACANIANO. Lá eu mostro um pouquinho como esse guia funciona.